Às vezes uma "pintura" em lugar de uma foto.
Escrito por Heitor Cunha às 00h34
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Escrito por Heitor Cunha às 00h32
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Escrito por Heitor Cunha às 02h17
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A vida continua...e... gatos têm sete vidas, mas só dois olhos
Escrito por Heitor Cunha às 02h10
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"É verdade, sem engano, certo e muito verdadeiro; o que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo; por tais coisas se fazem os milagres de uma coisa só;
Assim como todas as coisas são e procedem do Uno, pela mediação do Uno, assim todas as coisas nasceram desta coisa única, por adaptação;
O Sol é seu pai, a Lua sua mãe. O Vento trouxe-a em seu ventre. A Terra o alimenta e é o seu receptáculo;
O Pai de tudo, o Telesma universal está aqui;
A sua força permanece inteira quando se converte em terra;
Separarás a terra do fogo, o sutil do espesso, suavemente, com grande habilidade;
Sobe da Terra ao Céu e desce novamente à Terra e recebe a força das coisas superiores e das coisas inferiores;
Por este meio obterás a glória do mundo e toda obscuridade se afastará de ti;
É a força forte de toda força, pois vencerá toda coisa sutil e penetrará toda coisa sólida;
Assim o mundo foi criado; disso sairão adaptações admiráveis cujo meio é dado aqui;
Por isso me chamam Hermes Trimegisto, porque possuo as três partes da sabedoria do mundo inteiro;
O que eu disse sobre a operação do Sol está completo."
A Tábua de Esmeralda
Hermes Trimegisto
Escrito por Heitor Cunha às 01h54
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Como sempre achei desde o início, isso aqui não vai muito longe não. Falta-me saco pra tá atualizando. Sou meio preguiçoso, por isso o nome "Quero nada". É porque num tô querendo nada mesmo. Mas já que estou por aqui, pelo menos temporariamente, vai aí um pouquinho de água pra regar a planta.
A natureza é autodestrutiva. Mas que a mão do homem ajuda a destrui-la mais rápido, isso é inegável.
A foto aí abaixo foi feita por pura observação de certa forma com alguma indiferença. Mas, se eu tivesse interferido no processo, a imagem não existiria e a flor morreria de qualquer forma. Faltou sensibilidade ao pintor que diariamente limpava os pincéis na água onde estava a flor que sua namorada havia lhe dado. Sobrou indiferença em mim para ver o fim e registrá-lo. Queria ver até onde ia a insensibilidade do "artista". Às vezes é preciso ser assim...indiferente. Só assim, pode-se conhecer a natureza de algumas pessoas. Eternizada uma "Natureza Morta", realmente morta, assassinada. A mão do homem acelera o poder de destruição da natureza. E o olhar pode eternizar a feiúra para fazer-nos lembrar do belo.

Escrito por Heitor Cunha às 02h41
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Palavras novas
Quero escrever palavras novas, mas não consigo. Por que? Porque as emoções e os sentimentos são os mesmos. Se repetem. Não que sejam antigos, mas são cíclicos. É o eterno retorno. Nada de novo, exceto a vontade de que tudo não acabe de forma tão igual. Quero escrever palavras novas e preciso inventar um sentido para elas. Tá difícil. Então recorro a Gonzaguinha, e , ..."fico com a pureza da resposta das crianças. É a vida, é bonita e é bonita."
Aí, pra não dizer que não escrevi nenhuma palavra nova (mesmo que não tenham sido criadas por mim), citarei Ana Terra, minha sobrinha e afilhada, uma das pessoas mais belas em sua idade, beleza de verdade, que chegou pra mim e disse: -"Padinho, minha Mãe dançou madalém".
– O quê Ana Terra?
-"Minha Mãe dançou madalém!"
-Como?
-"MÁAA- DÁ- LÉEEEEM!!!"
Caiu a ficha. Aninha, minha cunhada, havia dançado com um par e mais um casal de dançarinos, no sábado à noite, durante o aniversário de 80 anos de minha Sogra (QUERIDA) a música Nada Além. Parece meio óbvio Madalém, mas a pronúncia é que foi determinante para a confusão. Saiu tudo junto e bem pronunciado. Fiquei esperando algo mais e nada. Era aquilo mesmo, Madalém. E com muita propriedade. MADALÉM! Isso tudo me trouxe lembranças, que na verdade são a negação do esquecimento (me recuso esquecer), de meus filhos quando pequenos. Xavana dizia: "pórtico". Algo assim como chato, antipático. "Você é um pórtico". Nada a ver com o sentido original da palavra. Xaeny falava num "inglês perfeito"quando queria xingar alguém ou só por gaiatice: "soniê de putch". Tradução: filho da puta. Tem muitas mais. Mas, o que quero dizer é que palavras novas ou com sentidos diferentes do original servem para expressar as mesmas idéias já existentes. Não há nada de novo. Que pena. Que droga.
Escrito por Heitor Cunha às 04h19
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Preciso arranjar um Cachorro. Pra mim é muito difícil viver sem um cão. Hoje vi alguém passeando com o seu e me bateu a maior melancolia. Saudades de La Toya.
"O que me torna tão agradável a companhia do meu cão, é a transparência do seu ser. - O meu cão é transparente como o vidro. - Se não existissem cães, não gostaria de viver."
Schopenhauer.
É mais ou menos isso.
Escrito por Heitor Cunha às 14h37
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Enquanto isso...UM GRIIIITTTTOOO!!!

Escrito por Heitor Cunha às 00h24
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Sob a luz dos postes Víboras bebem o mesmo vinho que os homens. E dizem que os animais vêem em preto e branco. O mundo pra eles será mais artístico, poético, abstrato ou triste?

Escrito por Heitor Cunha às 10h56
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Pode perder a cabeça procurando se encontrar ou encontrar uma cabeça perdida nas passarelas paralelas às ruas.

Escrito por Heitor Cunha às 22h17
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Ana e o Burro têm destinos diferentes. E... quem disse que as paralelas nunca se encontram?

Escrito por Heitor Cunha às 21h44
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Graças a Glauco Spíndola comecei isso aqui...não sei onde vai dar. Nem quem.
Escrito por Heitor Cunha às 21h21
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